Antes de chegarmos
definitivamente aos conceitos e consequentemente tentarmos entender o marketing
pessoal, é preciso compreendermos o que é marketing. Não tem como falarmos de
marketing e não citarmos os 4P´s, ou o Mix de Marketing.
Marketing é um processo
social pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da
criação, oferta e trocas de produtos de valor com outros.
Em 1950 começou a se sentir
a necessidade do marketing, quando os empresários perceberam que vender por
vender já não funcionava muito e que esta não era a
melhor maneira de se comercializar seus produtos. Com isso se determinou o
conceito de marketing no qual o consumidor agora é considerado o rei.
Explicar o que é marketing,
qual sua função, como utiliza-lo de maneira correta são dúvidas que estão
presentes na realidade de alunos que ingressam em cursos ligados ao assunto como
comunicação e administração e até mesmo profissionais já formados que trabalham
no ramo. Uma das ferramentas mais utilizadas no marketing é o chamado
composto de marketing que é formado pelos quatro Ps, com eles os profissionais
da área podem decidir questões sobre produtos e suas características, a partir
daí pontos essenciais para o sucesso deste serão fixados como: Produto, Preço,
Ponto de venda e Promoção.
O composto de Marketing é a
estratégia Mercadológica, são várias combinações que um gerente de marketing
pode utilizar para alcançar seus objetivos.
O
primeiro "P”: Produto
Antes de qualquer
planejamento ou estratégia mercadológica é necessário antes estudarmos
e conhecermos o produto.
As informações sobre preço,
distribuição e propaganda são conseguidos por meio do estudo do produto e da
capacidade de identificar e localizar o público que pretendemos atingir e este é
o mercado.
Já no planejamento daquilo
que se vai comercializar, o empreendedor deve considerar aspectos qualitativos,
verificando que características o consumidor quer no produto, e para que uso se
destinará. Análises quantitativas também devem ser feitas, só assim pode-se
ter uma ideia precisa da quantidade de produtos que devem ser do contrario
corre-se o risco de produzir mais ou menos do que aquilo que o mercado
necessita.
O consumidor, ao tomar sua
decisão de compra, o faz levando em conta dois aspectos. Aspectos palpáveis como
o tamanho, a cor, o modelo, o estilo, a embalagem, rotulagem. Ou aspectos que
não podemos tocar como a marca, as garantias, a imagem, o status que decorre do
seu consumo, os serviços agregados, entre outros. A Qualidade, embalagem e
marca de um produto são características que devem ser levadas em consideração na
hora de se fazer uma análise sobre ele.
A
qualidade do produto
O estudo e o conhecimento de
um produto são extremamente necessários, para que se divulgue o ponto
qualitativo de cada item de venda dos produtos, o objetivo que se
pretende alcançar é fazer com que ele se supere em relação aos concorrentes que
estão cada vez melhores e mais difíceis de ser superados em todos os
segmentos. Ao comprar um produto o consumidor acima de tudo deve se sentir seguro
na sua escolha, saber que eventuais problemas de fabricação ou de seu
funcionamento estão assegurados por garantias. Procurar conhecer o produto
concorrente nos garante embasamento na hora de fazer comparações e apontar as
falhas dos mesmos.
A
embalagem do produto
A apresentação de um produto
é que vai diferencia-lo dos outros concorrentes, a embalagem terá a função de
chamar a atenção do consumidor para ele. Para sua formulação deverá ser feito
todo um estudo que ajudará na definição de cores e elementos utilizados na embalagem, pois
apenas uma cor que se utilize de maneira errada já pode interferir nas vendas
pretendidas.
A composição de uma
embalagem pode parecer tarefa fácil após sua elaboração, mas não é bem assim, é
preciso estar antenado e saber sobre os acontecimentos do momento, tendências, o
fato da embalagem ter múltipla utilidade também pode influenciar na aceitação.
Muitas vezes, o próprio cliente não percebe que sua escolha é feita pela
embalagem, ela é vista apenas como algo utilizado para guardar o que realmente interessa,
porém ela pode ser o ponto “X” de um produto, ao fazer a modificação de uma
embalagem sem embasamento ou necessidade pode afetar a identificação do mesmo,
gerando perda de clientela. O poder de armazenamento e conservação também são
indispensáveis.
A
marca do produto
A marca é quem vai fazer de
seu produto um destaque, um exemplo disso é ver o notável sucesso de algumas
marcas. As pessoas já não procuram a palha de aço, elas procuram o “Bombril”, já
não se procura o achocolatado e sim “Nescau”. Estabelecer sua marca será
o primeiro e mais importante passo para que haja a procura espontânea por seu
produto se sua marca é conhecida e está na ponta da língua do consumidor isso
será uma importante arma de influência para ganhar novos clientes.
O
segundo "P": Preço
O
custo
Para estabelecer o preço de
um produto deve-se levar em consideração todos os seus componentes como
pesquisa, desenvolvimento, matérias-primas, industrialização, embalagem,
rotulagem, mão-de-obra, propaganda, promoção de vendas, distribuição, impostos,
taxas, administração, desperdícios, encargos sociais , etc.
Na análise do custo real,
todos os investimentos em instalações, mobiliário, máquinas, equipamentos e
implementos, dentre outros, devem pesar sobre a formação de preço do produto e
sua depreciação.Se não houver precaução em relação a todas essas questões
o resultado será grandes prejuízos por se dar ao produto um preço que não condiz
com a realidade dos gastos feitos para sua produção. Se para reparar o erro
houver aumento deste produto sem justificativa cabível isso pode repercutir mal
afetando sua participação no mercado
A
concorrência
Quando falamos em preços
competitivos, referimo-nos à concorrência.
Algumas empresas são forçadas
a adotar como critério seguir o preço existente no mercado, diante
da impossibilidade de competir, apresentando preços superiores aos utilizados e
aceitos, mesmo que isso comprometa suas margens e diminua seus resultados.
Outras, entretanto, mesmo podendo ofertar preços menores, observam a
conveniência de utilizar os mesmo preços praticados pela concorrência ao
perceber que estes são aceitos pelos consumidores.
Há empresas que seguem
sempre o preço de algum concorrente no mercado, outras, trabalham com preços
ditos agressivos, objetivando ofertar preços inferiores aos de seus concorrentes
e assim tomar-lhes fatias de seus consumidores.
Os chamados preços
promocionais têm por objetivo atrair clientela, e assim conseguir vender mais
que os outros.
O consumidor
Com o tempo, com novas
tecnologias e informações o consumidor se torna cada vez mais exigente. O
produto deve tentar sempre seguir estas novas exigências, porém, os preços devem
ser minuciosamente analisados do contrário afetarão as metas de vendas
pretendidas. O consumidor define um produto como caro ou barato pelo grau de
interesse e satisfação, sempre será caro o produto que se compra e não lhe
satisfaz.
O terceiro "P": Ponto de Venda
Para decidir que tipo de
distribuição irá utilizar é necessário levar em consideração alguns fatores,
como custos, características dos produtos, área geográfica almejada, a promoção
que alguns canais podem oferecer para os produtos, a concorrência e a tradição.
O canal de distribuição deve
ser eficiente o bastante para movimentar fisicamente os produtos e promovê-los,
retornar informações sobre o mercado, ensejar custos de marketing reduzidos e
maximizar resultados e lucros.
A colocação dos produtos no
ponto de venda é fator importantíssimo para que ele seja notado, a Coca-Cola
treina os funcionários dos locais onde o produto é vendido para que a colocação
de seus produtos seja preferencial a vista do consumidor, principalmente
em supermercados, ela tem lugar especial para seus produtos e isto é
fiscalizado. Para que o resultado seja satisfatório é necessário seguir algumas
regras:
As áreas onde se tem maior
movimento são as melhores para que o produto seja visto por um grande número de
pessoas. Se o seu produto é alimentício ele deve ser exposto exatamente neste
setor e nunca em outro qualquer.
Ele deve estar localizado de
forma que seja facilmente visto pelo cliente, na correria dos dias atuais o
consumidor já não tem mais tempo de analisar todas as marcas expostas,
ele provavelmente levará o que melhor estiver posicionado na sua linha de visão,
desta forma não será difícil pegá-lo. Abordar o consumidor na hora da decisão de
compra, mais exatamente na hora em que apanha o produto pode trazer bons
resultados dependendo da abordagem e poder de persuasão do promotor de vendas. A
degustação já vem sendo utilizada há algum tempo e dá ao consumidor a certeza do
sabor e qualidade do produto ofertado, amostras grátis são muito eficientes e
geralmente decisivas na hora da escolha, o importante é fazer o cliente sentir
que está tendo alguma vantagem ao escolher o seu produto e sempre venderá
mais quem aparecer mais.
O quarto "P”: Promoção
A propaganda é que vai levar
ao conhecimento do consumidor todo o trabalho feitonos três “Ps” anteriores e
ajudará também a convencer o cliente na hora da compra.
Há muitos meios de divulgar
este produto. Televisão, rádio, outdoor, revista, mala direta, internet,
panfletos, cartazes, etc, mas há sempre um que será mais eficiente e
conveniente para sua divulgação, para isso é necessário uma delicada análise.
Após analisar qual meio trará melhores resultados levando seu produto ao seu
público alvo, muitas inserções da propaganda elaborada devem ser feitas
periodicamente, pois só por meio da repetição seu produto estará sempre na
cabeça do consumidor.
A ponte que irá levar seus
produtos até os consumidores é a propaganda, com a criatividade dos anúncios, a
propaganda publicitária construirá a imagem da marca e possibilitará sua
aceitação no mercado com um certo grau de preferência, sendo assim, investir em
propagandas criativas é indispensável, elas devem ser diferentes ou de
preferência melhores que os anúncios dos concorrentes para se sobressair no
mercado alvo.
A propaganda também envolve
sobre um processo de decisões que são missão, mensagem, mídia, moeda e
mensuração. A propaganda vai conquistar o interesse, desejo ou ação do
consumidor.
A promoção de vendas faz com
que os anúncios publicados mexam com a mente e o comportamento das pessoas
fazendo com que ao ouvir alguma noticia de liquidação, preços mais baixos, logo
se tenha a ação de comprar o produto oferecido. Hoje, acredita-se mais no poder
da propaganda do que a algum tempo atrás quando a empresa destinava a anúncios
o máximo de 30% do total de seu orçamento e atualmente, chegam a investir 70%.
Uma promoção de venda altamente recomendada é aquela que a empresa possui uma
marca superior que não é conhecida pelo consumidor, isso faz com que os
consumidores sejam estimulados a testar a marca.
Aprendendo e colocando em
prática as técnicas e informações contidas dentro dos quatro “Ps” pode-se
valorizar o produto, colocá-lo em evidência, atrair o consumidor, fixar a marca,
obter lucro e conseguir muitas outras vantagens podendo ver na prática que
realmente “O mix do Marketing faz o Sucesso”.
ATIVIDADE: POR SE TRATAR DA INTRODUÇÃO DO CURSO E UM TEMA DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PARA ENTENDERMOS O QUE É MARKETING, FICA COMO ATIVIDADE DESTA SEMANA SOMENTE OS COMENTÁRIOS POSTADOS EM RELAÇÃO AO TEXTO.
Olha, vivo num mundo onde a marca tem grande importancia; a marca da calça, a marca da camiseta, a marca do perfume, a marca do cosmético. As pessoas, muitas vezes, vivem sua existencia em cima de marcas. Os grupos de adolescentes se manisfestam assim. Observem... as meninas querem a camiseta da Rolister, a maquiagem da Mac...leem os mesmos títulos, gostam dos "vampiros", frequentam os mesmos lugares. A marca é muito importante, as vezes até mais que o preço. Mas fico aqui pensando.... que empresas e produtos podem e conseguem participar da concorrencia, tendo seus preços e valores que satisfazem ao consumidor atual que está exigente, sim, mas que nem sempre tem noção do quanto custa para produzir???
ResponderExcluirÉ Carmem, você tem razão em relação ao custo de produção, mas o marketing existe para que as marcas apareçam. Pode-se dizer que se uma marca faz sucesso é porque teve muita ação de marketing por trás de tudo. Empresa alguma consegue sobreviver hoje em dia sem a ação do marketing, antigamente existia poucos produtos no mercado, diante disso os consumidores não tinham tantas opções e acabavam que as empresas não precisavam realizar muitas ações para venderem, o próprio produto vendia por si só. Hoje em dia não existe mais isso, tanto não existe que grandes empresas de marcas consolidadas, tais como: Coca Cola, OMO, BomBril, Casas Bahia e muitas outras investem milhões em publicidade anualmente, e se pararem de investir vão perder espaço no mercado. E vamos falar a verdade, é bom vestir uma roupa de marca, que caia bem, ou comprar uma bolsa, uma maquiagem, um tênis. Eu pelo menos gosto de vestir roupas de marca e usar perfume importado, pago mais caro mas além da satisfação ao meu ver "as de marca" duram mais.
ExcluirFelizmente ou infelizmente Carmem o consumo só aumenta e mesmo com custos elevados... o ser humano busca estar na moda ou ter uma roupa diferenciada. Todavia não pode ocorrer excessos...acho que a conscientização é uma boa estratégia... Abraços
ExcluirInfelizmente, não posso deixar de falar sobre a descriminação com as pessoas que não se preocupam em consumir marcas, principalmente entre os adolescentes.
ExcluirConcordo que, em geral, produtos que possuem marcas consolidadas são de melhor qualidade (até porque, se não possuíssem tal característica não teriam conseguido se manter no mercado por muito tempo, mesmo com um ótimo marketing), mas por trás das marcas, há também em geral um alto valor, você paga não só pelo produto, paga também pela marca. Vivemos num país onde a economia não permite a todos tal realidade e muitas famílias sofrem com isso.
Tive essa experiência na minha adolescência, onde fui estudar num colégio particular e não conseguia criar relações com os colegas de sala por não ter um jeans Diesel ou maquiagens MAC. Sofri muito com isso, assim como minha família que assistia a tudo.
Então, enxergo isso por dois ângulos:
- O do poder que tem uma campanha de marketing bem feita, onde se cria a necessidade de ter AQUELE produto. (E acho louvável o trabalho desses profissionais).
-E o conflito que isso causa na vida de muitas pessoas de baixo poder aquisitivo criando frustrações, inseguranças...
Acho que o marketing tem o dever de ser forte, mas as pessoas, o dever de serem conscientes.
Olha Érica, concordo plenamente com você. É realmente uma situação conflitante, o marketing tem a função de vender, de posicionar a marca da melhor forma possível e por outro lado também temos (não como profissionais de marketing e sim como seres humanos) que ter a consciência da desigualdade social que assola o nosso mundo e principalmente nosso país. Infelizmente esse é o mundo em que vivemos, você foi muito feliz quando disse "que o marketing tem o dever de ser forte, mas as pessoas, o dever de serem conscientes." Também fui muito discriminado na minha infância por isso, antigamente a escola estadual abrigava pessoas de todas as classes e na minha sala a maioria era de poder aquisitivo elevado e tiravam sarro de mim e acabavam me excluindo de muitas atividades, enquanto ía pra escola de kichute a maioria ía de tênis de marca, e isso era fundamental para que me excluíssem.
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirHoje em dia não basta ter uma marca forte, essa marca deve estar sempre em evidencia, pois vivemos em um mundo altamente competitivo em termos de marcas, empresas etc., o objetivos das marcas e das empresas é serem a numero 1(um) quando se pensar em algum produto sua marca tem que ser a primeira a vir na mente do consumidor, por exemplo: quando queremos comprar amido de milho, pensamos em Maizena; sabão em pó, pensamos em OMO; refrigerante, pensamos em Coca Cola; time de futebol, pensamos em Corinthians. rsrsrsrs, e essas marcas devem passar confiança aos consumidores, por isso a marca tem papel fundamental na vida das empresas. Porém não podemos nos levar apenas pela marca, outras caracteristicas são importantes em um determinado produto, como por exemplo o preço, na verdade temos que avaliar uma regra básica a relaçao "custo x benefício".
ResponderExcluirCorinthians não, né Olivato!!! Vou excluir esse post... kkk
ExcluirOlá Olivato, concordo que a marca tem de estar em evidência. Eu, pro exemplo, nunca me esqueço das propagandas da Coca-cola ou da famosa frase "Compre batom", a qual por meio do uso do imperativo influenciou inúmeras crianças (inclusive eu) a querer esse chocolate. Abraços
ExcluirTem razão porfessor Olivato. É claro que a marca conta muito, afinal é a marca pelo produto. Mas, na atual conjuntura, o preço e a qualidade também pesam. Prova disso, é o supermercado Dia%. Lá encontramos produtos de qualidade com um preço bem melhor que outros supermercados da cidade. Ele não oferece a infraestrutura de muitos outros, tem poucos funcionários, porém, o preço da maioria dos seus produtos é melhor se comparado a outros supermercados.
ExcluirO texto explora de maneira didática o papel do marketing na sociedade de consumo. Apesar de estarmos imersos em um mundo que vale mais um nome em uma camiseta, do que sua beleza ou conforto, temos de reconhecer que isso só é possível pelo "trabalho" em torno do produto.
ResponderExcluirAs marcas famosas guardam em si estratégias de marketing coerentes, efetivas e que tinham como objetivo a promoção do produto. Para mim, todo esse trabalho deve ser valorizado, mas devemos ser críticos em relação a essa influência. E sempre estimular nossos discentes a compreender que vale mais ser do que ter...
Ressalto ainda, que os 4 Ps fez com que eu refletisse sobre a temática do curso, afinal será que alguns deles, por exemplo produto, não se aplicaria à nossa imagem de trabalhador/ profissional?
Creio que todos vivemos criando/ utilizando estratégias de marketing... EX: nós professores precisamos fazer com que os nossos alunos se encantem pelo conteúdo. Só não temos tanto sucesso rs, como as marcas supracitadas.
Excelente artigo! bom como eu gosto de carro haha
ResponderExcluirAs marcas Porsche e Ferrari são fenômenos de marketing no bom sentido, ou seja, foram implantadas como referências em nossas, consciências e inconsciências também assim como outros ícones como a gillete,maisena, bombrill entre outras.
Esse fenômeno da pós-modernidade vem sendo estudado em varias áreas ciências, filosofia, história, psicologia, a sociologia enfim cada uma com um enfoque especifico, mas visando responder a mesma pergunta básica, qual seja o motivo pelo qual nos envolvemos sentimentalmente com marcas de objetos, achando que elas nos representam ou que as representamos, em termos de estilo de vida e valores.
É professor isso realmente ocorre, mais infelizmente muitas pessoas acabam exagerando e julgando as pessoas pelo o que elas usam e consomem e não pelo que elas realmente são.
ExcluirO texto apresenta de uma forma simples e bem didática as estratégias que as empresas se valem para vender os seus produtos e dessa forma proverem suas marcas, deixando muitas vezes "carimbadas" em nossas mentes as suas marcas como também os seus jungles como referências de qualidade. Afinal no Marketing nada é por acaso, tudo é muito bem pensado e estudado. Mas colocando isso em nossa prática docente nem sempre temos todo esse tempo para estudarmos os nossos "clientes' e suas reais necessidades, dessa forma, muitas vezes acabamos fracassando, pois nossos clientes não querem "consumir" o nosso produto, pois nem sempre é do enteresse e outras por já termos rótulos que tal disciplina ser difícil, outra de ser chata e assim por diante.
ResponderExcluirQuanto ao consumismo de produtos que são veiculados pelo Marketing lembro-me muito da propaganda do choquito que somente descrevia o modo de preparo do produto e mostrava as imagens, isso que era persuasão, confesso que até hoje consigo ver a preparação do choquito só de ouvir "Leite condensado, caramelizado com flocos crocantes e coberto com o delicioso chocolate nestlè." Ai que vontade que dá.
Mas o que a Carmem abordou é muito importante que muitas pessoas querem a marca X por proverem status, isso é lamentável, afinal não somos marcas, nem anúncios itinerantes, como já dizia Carlos Drummond de Andrade.
Por Maria Elisa
Boas campanhas de marketing são indiscutivelmente necessárias em nosso meio atual.
ResponderExcluirA concorrência entre empresas do mesmo setor é enorme, e a tendência é de que essa oferta de novas marcas continue crescendo, pois a cada dia percebemos maiores incentivos para que a população se torne empreendedora, fazendo com que diariamente surjam novos concorrentes no mercado.
Particularmente, acho ótimo. Quanto maior a variedade de produtos similares no mercado maior nossa seletividade com relação à qualidade, custo, benefício e outros fatores. Como então escolher dentre tantas opções?
Creio que a resposta é o marketing. Um forte investimento em uma campanha de marketing inicial fará com que o produto se destaque dos demais, pelo menos no primeiro momento, que é o mais crítico, onde as pessoas ainda não têm um porquê para adquirir uma determinada marca e não a outra.
A campanha de marketing do produto chamará a atenção do consumidor para ele num primeiro momento. É necessário que o produto seja realmente bom para que se mantenha no mercado passado a primeira experiência.
Com a qualidade do produto garantida, o marketing não pode ser deixado de lado. É preciso que se invista num “marketing de manutenção”, para que o produto não seja esquecido, e que o produto do concorrente não comece a chamar mais atenção que ele.
Assim, é necessário que se busque novas alternativas de divulgação o tempo todo, primeiro para conquistar o espaço e depois para manter o espaço conquistado.
Identifiquei-me muito com este comentário do texto: "O consumidor define um produto como caro ou barato pelo grau de interesse e satisfação, sempre será caro o produto que se compra e não lhe satisfaz", É bem assim mesmo, não importa se um sapato custa $180,00, o que importa éo conforto e a durabilidade, por isso não é caro. Já outro produto que se pague menos, mas no mês seguinte apresenta algum problema será caro.
ResponderExcluirOlha Meire, eu particularmente gosto de roupas de marca pela durabilidade mesmo e por vestir melhor, hoje você compra uma camisa mais em conta e daí dois meses tem que comprar outra, pois a durabilidade é bem menor, sem contar que "as de marca" vestem bem melhor. E esse problema das "marcas" serem bem mais caras só encontramos aqui no Brasil, um exemplo, nos EUA você compra camisa da Calvin Klain por US$ 13,00.
ExcluirVerdade, Beto! Também!! vivemos no país em que mais se paga impostos. Por isso, tudo é muito caro.
ExcluirAs empresas que utilizam adequadamente os princípios dos 4 P’s são sem dúvidas as líderes de mercado. Existem também as que utilizam por conhecimento de outros, ou seja, buscam no próprio mercado, e mesmo assim, conseguem algum resultado. O ideal é que realmente toda e qualquer empresa, de qualquer segmento, de produto ou serviço, tenham uma equipe de marketing pensando em como ampliar os mercados e identificar oportunidades. Outro item que acho importante falar é a perda de tempo que as empresas estão tendo com campanhas de desconto, pois dá para se perceber que estão sem foco, ou seja, esquecem de olhar para o mercado e ficam presas apenas nos concorrentes, dá a impressão que as empresas desaprenderam a chamar os clientes. As promoções com foco na fidelização do cliente não existem mais, e um dos motivos que isso está ocorrendo é por conta das redes sociais.
ResponderExcluirPor exemplo: Quando foi a última vez que vimos uma propaganda sendo veiculada utilizando os conceitos do “COMPRE BATOM, COMPRE BATOM, COMPRE BATOM”, citado pela professora Gabrieli Damada. Não se ouve mais com freqüência as frases de campanhas publicitárias. A falta disso vem do fato de estarem sem foco, e também de boas campanhas.